Primeira: o filme mudou muito do livro, mas muito mesmo. Entretanto, tanto o filme quanto o livro são legais. O filme tem um caráter mais infantil e educador. Já o livro é menos infantil, mas não deixando de ser.
Segunda: no filme os Vikings são inimigos mortais dos dragões, já no livro, cada viking tem seu dragão de estimação.
Terceira: O filme tornou o Banguela no dragão que toda criança sonha em ter. Já no livro não é bem assim. Soluço é um dragão mimado, enjoado, que quer tudo do seu jeito. No começo você fica com raiva, pois como eu vi o filme depois li o livro, queria o Banguela de antes, mas depois fui me adaptando.
Última: pensei de primeira que o livro era do tipo que tinha dicas insanas, para o q você fazer se um dia tivesse um dragão, mas depois vi que era uma história mesmo.
Agora sim começa a resenha :D
Como Ser um Pirata.
No segundo volume da série Soluço começa a treinar para ser pirata, parte do treinamento para se tornar um Viking. Tudo ia bem – é, do mesmo jeito do 1º livro Soluço, o herdeiro da tribo, não é o melhor na espada e sim seu primo, Melequento-. Até que Alvin, o fazendeiro pobre e honesto, chega à ilha.
Nesse momento tenho que parar, tipo, se você ver a foto desse Alvin, você tem a certeza que ele não é pobre e muito menos honesto. Vikings burros. Ai Soluço e sua tribo têm que ir atrás do Tesouro de Barbadura, o Terrível. Quem encontra o tesouro é o grande herdeiro da tribo. O que vem depois disso seria spoiler. Vamos aos comentários.
Soluço está tão ranzinzo como no primeiro. Nada de diferente.
Mas um erro que achei estranho. Quem leu o primeiro volume sabe que Soluço faz de tudo para provar que Banguela não era um Dragão de Jardim. E no livro tem um trecho assim:
“Banguela com os olhos brilhando como velas (Uma das únicas características interessantes do Dragão comum ou de Jardim é que seus olhos se iluminam no escuro)”
Tipo, toda aquela discussão no primeiro livro foi em vão? Onde tá o Devaneio Banguela?
E queria saber uma coisa, como foi escrito por Soluço, porque o livro é em 3ª pessoa?
E no final das contas o livro deixa uma mensagem bem legal.
“Eu só sei que deveria ser o Futuro Líder dessa Tribo, e prefiro que exista uma Tribo viva e que precise ser liderada. Para mim, isso parece mais importante do que ser herói.”
Quer saber mais? Leia o livro ‘O’
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